José Carlos de Almeida - Projeto Criança em Movimento Obesidade Infantil em Maracaju

segunda-feira, 16 de janeiro de 2017

OBESIDADE: na Adolescência

O homem busca sempre o que é mais rápido, porque este torna a sua vida mais confortável. Computadores, carros, comidas congeladas, fast- foods e entregas em domicílio são alguns exemplos. O conforto é uma das palavras-chave que definem a sociedade de hoje. No entanto, a mesma qualidade de vida que o conforto dos nossos dias nos proporciona também traz alguns malefícios a saúde, como doenças cardíacas, hormonais e obesidade, que tem atingido nossos contemporâneos cada vez mais cedo em suas vidas
Pesquisas mostram que 15% das crianças e 8% dos adolescentes de hoje são obesos e que oito em cada dez crianças continuarão obesas na fase da adolescência . Por considerar os dados em tela muito preocupantes, este trabalho será focado na obesidade em adolescentes.

          A adolescência, como é definida pela Organização Mundial de Saúde (OMS), vai dos 10 aos 19 anos, 11 meses e 29 dias. É caracterizada por mudanças psicológicas, sociais e somáticas que, aliadas ao intenso crescimento físico (aumento de 50% do peso e de 15% na estatura antes de atingir a altura final do adulto) geram significativo aumento nas necessidades nutricionais e energéticas, o que leva a um maior apetite por comida.
 Em geral, os adolescentes, devido as suas rotinas “pulam” refeições, principalmente o café da manhã, ou fazem “refeições rápidas” compostas por alimentos gordurosos. A satisfação do apetite por meio da escolha de alimentos com alta densidade calórica e a falta de atividade física é a combinação perfeita para um adolescente tornar-se obeso. Outro fator que contribui muito para a obesidade em crianças e em adolescentes é a televisão. Além de promover hábitos alimentares inadequados, também induz o sedentarismo. Há estudos mostrando que cada hora em frente à televisão aumenta as chances de obesidade em 2%.
uem nunca ouviu falar que todo “gordinho” é feliz? Tal conclusão não se sustenta perante os fatos. Estudos mostram que adolescentes obesos possuem maior propensão à depressão. Sim! Depressivos! Uma pesquisa feita pela Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) constatou que 78,3% dos adolescentes acima do peso apresentavam sintomas de depressão, quando comparados com os 21,7% dos adolescentes eutróficos.

            A obesidade na adolescência é um problema grave. Segundo Associação Brasileira de Estudos a Obesidade (ABESO), uma criança de dois anos obesa possui o dobro da probabilidade de tornar-se um adulto obeso do que uma outra eutrófica.

            Devemos estar engajados na prevenção e no tratamento precoce da obesidade, de modo a estabelecermos as bases de uma população futura mais saudável. Para isto, parafraseando o que ensinou Hipócrates, devemos fazer da nossa alimentação o nosso remédio.

BIBLIOGRAFIA:

GODOY-MATOS, Amélio F. De et al . Management of obesity in adolescents: state of art.Arq Bras Endocrinol Metab, São Paulo, v. 53, n. 2, Mar. 2009

TERRES, Nicole Gomes et al . Prevalência e fatores associados ao sobrepeso e à obesidade em adolescentes. Rev. Saúde Pública, São Paulo, v. 40, n. 4, Aug. 2006 .

LIMA, Severina Carla Vieira Cunha; ARRAIS, Ricardo Fernando; PEDROSA, Lúcia de Fátima Campos. Avaliação da dieta habitual de crianças e adolescentes com sobrepeso e obesidade. Rev. Nutr., Campinas, v. 17, n. 4, Dec. 2004.

FONTE: http://bioqumicadaobesidade.blogspot.com.br/2010/12/obesidade-na-adolescencia.html

terça-feira, 10 de janeiro de 2017

OBESIDADE: CINCO PARÂMETROS DA OBESIDADE


1) O que leva um indivíduo a ser obeso? A ingestão excessiva de alimentos leva à formação de uma maior quantidade de tecido adiposo, ou seja, há um aumento de peso corporal. Essa situação pode se agravar se os alimentos ingeridos conterem um alto índice calórico. Portanto, a quantidade de energia contida nos alimentos ingeridos deve ser igual à necessária para a manutenção do nosso organismo.
2) Diferença da obesidade feminina para a masculina: a gordura se acumula em regiões diferentes do homem e da mulher. Na mulher, a gordura se acumula nos quadris e nas coxas; já no homem, o acúmulo ocorre na região do abdome e na parte superior do corpo.
Podemos fazer uma comparação: o corpo da mulher obesa se assemelha à forma de uma pera, e o do homem, à forma de uma maçã.
3) Fatores que levam à obesidade: existem vários e dentre eles podemos destacar:
Psicológicos: a ansiedade é a maior inimiga de quem está acima do peso, ela pode levar uma pessoa a ingerir uma quantidade exagerada de alimentos;
Genéticos: filhos de pais obesos apresentam uma predisposição de também serem obesos, ou seja, a tendência à obesidade é bem maior. Estudos comprovam que a obesidade dos pais é o maior fator de risco para uma criança se tornar obesa;
Culturais: em uma determinada região onde a cultura local exerce influência sobre os hábitos alimentares.
4) Porcentagens de tecido adiposo:
Pessoas em forma: 10 a 20 % de seu peso
Obesos: pode chegar a 50 %.
As células que armazenam gordura ficam localizadas no tecido adiposo, esse tecido tem a função de servir como uma reserva energética para o corpo.
5) Como diagnosticar a obesidade?
A maneira mais prática é adotando uma relação matemática chamada de Índice de Massa Corpórea (IMC), veja como calcular esse índice:
IMC = peso (Kg) 
         (altura)2 (m2)
A seguir, uma tabela que permite interpretar os resultados obtidos pela equação acima.
IMC (Kg/m2)               Classificação
< 18,5                           Baixo peso
18,5 - 24,9                   Normal
25 – 29,9                     Pré-obeso
30 – 34,9                    Obesidade classe1 (leve)
35 – 39,9                    Obesidade classe 2 (moderada)
> 40                             Obesidade classe 3 (grave)
Exemplo: vamos calcular o IMC para uma pessoa com 90 Kg e 1,70 de altura.
IMC = 90 Kg      =  31,14 Kg/m2         (1,70) 2 m2
Como você classificaria essa pessoa? De acordo com a tabela, ela recebe a classificação obesa classe 1, o que significa que esse indivíduo precisa se alimentar com cautela para não agravar seu quadro e evoluir para uma classe de obesidade mais elevada.
FONTE: http://brasilescola.uol.com.br/saude/cinco-parametros-obesidade.htm

Por Líria Alves
Gostaria de fazer a referência deste texto em um trabalho escolar ou acadêmico? Veja:
SOUZA, Líria Alves de. "Cinco parâmetros da Obesidade"; Brasil Escola. Disponível em <http://brasilescola.uol.com.br/saude/cinco-parametros-obesidade.htm>. Acesso em 10 de janeiro de 2017.

terça-feira, 3 de janeiro de 2017

OBESIDADE: A culpa é sua? Sociedade de Pediatria faz campanha para prevenir obesidade infantil


Véspera do Dias das Crianças, a Sociedade Mineira de Pediatria (SMP) realiza em Belo Horizonte uma ação contra a obesidade infantil. A ideia é aproveitar a praça cheia e o fato de 11 de outubro ser Dia Nacional de Prevenção à Obesidade para distribuir cartilhas que integram a campanha ‘A culpa é sua?’, iniciada em abril deste ano pela entidade. Além das ações de conscientização, o grupo ‘Clube da Alegria’ vai animar as crianças com espetáculo de mágica e distribuição de balões. O evento acontece entre 10h30 e 12h30 na Praça JK, no Bairro Sion. 




Dados divulgados recentemente pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) mostram que seis em cada dez crianças brasileiras com menos de dois anos já comeram biscoito, bolacha ou bolo e 32% já beberam refrigerante ou suco industrializado. A recomendação de pediatras e nutricionistas, no entanto, é que o açúcar deve entrar na alimentação da criança depois dos 3 anos e, mesmo assim, com moderação. 



Outro dado levantado pela Pesquisa Nacional de Saúde (PNS), de 2013, realizada em parceria com o Ministério da Saúde, mostra que apenas 49,4% dos bebês ainda eram amamentados pelas mães entre nove e doze meses. O aleitamento materno é fator de proteção contra a obesidade e a recomendação da Organização Mundial de Saúde é que o aleitamento materno se estenda até os 2 anos ou mais. 



Já a pesquisa sobre Orçamentos Familiares (POF), realizada em 2008 e 2009, mostra que, no Brasil, a obesidade e o sobrepeso têm aumentado rapidamente nos últimos anos, em todas as faixas etárias. Entre 5 e 9 anos, por exemplo, 34,8% dos meninos e 32% das meninas estão com sobrepeso. Os índices de obesidade são, respectivamente, 16,6% e 11,8%. 




Presidente da SMP, Raquel Pitchon alerta que a obesidade tem múltiplas causas e que, muitas vezes, os profissionais de saúde não dão a devida importância para este que é um problema endêmico no mundo. “A Campanha da Sociedade Mineira de Pediatria pretende, portanto, conscientizar a população, sem deixar os pediatras de fora. Nós podemos detectar o problema no início, propondo soluções mais eficazes e menos dolorosas para as crianças”, afirma. 











FONTE: http://sites.correioweb.com.br/app/50,114/2015/10/08/noticia_saudeplena,155420/a-culpa-e-sua-sociedade-de-pediatria-faz-campanha-para-prevenir-obesi.shtml


















segunda-feira, 2 de janeiro de 2017

Obesidade infantil no Brasil

Obesidade infantil no Brasil

A obesidade é uma desordem da composição do corpo, com excesso de massa gorda, levando a aumento do peso corporal acima da média para idade e sexo. A obesidade infantil é uma doença crônica com múltiplas causas, incluindo fatores genéticos e ambientais. Sabe-se que 95% dos casos são de causa exógena, ou seja, fatores ambientais e culturais, como alimentação inadequada, e comportamento sedentário. Apenas 2 a 5% dos casos de obesidade infantil são causadas por distúrbios endócrinos ou causas genéticas.

Assistir televisão muitas horas por dia, a difusão dos jogos eletrônicos, o abandono do aleitamento materno e a utilização rotineira de alimentos industrializados, como fast food, são alguns dos fatores determinantes para o aumento da obesidade infantil no Brasil.

Sabemos que 80% das crianças obesas aos 5 anos de idade permanecerão obesas, e que as alterações que resultam em complicações na vida adulta, como Infarto, diabetes e dislipidemia se iniciam na infância. Assim, a obesidade durante a infância resulta em complicações imediatas e futuras.
Obesidade

Complicações da obesidade infantil 
As principais complicações da obesidade em crianças são:
  • Hipertensão arterial, já na infância e adolescência, favorecendo futuras complicações cérebro-vasculares (“derrame”) e cardiovasculares (“infarto”).
  • Excesso de produção de insulina pelo pâncreas (Hiperinsulinemia) e resistência à insulina, podendo evoluir para diabetes melitus tipo II.
  • Elevação dos níveis de Colesterol e Triglicérices (Dislipidemia), evoluindo para aterosclerose e doenças cardiovasculares.
  • Complicações ortopédicas devido ao excesso de peso sobre as articulações, principalmente joelhos e quadril.
  • Alterações de função pulmonar, por pressão do peso da barriga sobre o diafragma,podendo ocorrer dificuldade respiratória durante o sono ( Apnéia do Sono), levando sonolência diurna, irritabilidade e queda de rendimento escolar.
  • Alterações dermatológicas - estrias, infecções por fungos (‘assaduras’) e acantose nigricans (escurecimento da pele nas axilas e no pescoço devido a hiperinsulinemia).
  • Problemas psicológicos, como isolamento progressivo, baixa auto-estima, que podem evoluir para depressão, agressividade, comportamento anti-social.

Obesidade infantil tem tratamento 
Portanto, precisamos encarar que a obesidade é uma doença, como outra qualquer, e que deve ser diagnosticada e tratada devidamente com o empenho de toda família.

FONTE: http://www.endocrinologiapediatricasp.com.br/sub_obesidade-infantil.php

terça-feira, 27 de dezembro de 2016

OBESIDADE: Saiba Porque o Obesidade Prejudica o Coração: Como Calcular o IMC


Cuidar da saúde e do peso é uma tarefa difícil e indispensável. Para que tenhamos um a vida com qualidade  buscando a longevidade é necessário mantermos o peso com uma alimentação saudável e balanceada.
A obesidade é o excesso de gordura corporal, a causa de muitas doenças, sendo considerada atualmente um problema de saúde pública no mundo todo e responsável por muitas mortes prematuras.
A luta pela diminuição do índice de obesos é intensa, com  campanhas e alertas que devem ser observados por todos, buscando seguir hábitos saudáveis.
Uma maneira de saber se está acima do peso é calculando o Índice de Massa Corporal, o IMC, e a partir daí procurar manter um peso adequado a sua altura. Como calcular o IMC é a dúvida de muitas pessoas. Mas não se desespere, é simples.Para se obter a fórmula para calcular o IMC, é dividindo o peso em quilogramas pelo quadrado da altura em metros:
IMC = kg/m²  – Exemplo: 67kg/1,70m² = 67/2,89 = 23
Segundo as normas internacionais, a classificação do IMC é a seguinte:
IMC menor que 18,5 – peso inferior ao normal.
IMC entre 18,5 – 24,9 – normal.
IMC entre 25,0 – 29,9 – sobrepeso.
IMC maior que 30,0 – obesidade.
O coração é altamente prejudicado com a obesidade, porque a medida que tem-se o sobrepeso, o coração faz mais esforço, trabalha mais, o que leva a mais doenças cardiovasculares.
O excesso de gordura no corpo altera o processo metabólico e funcional, o acúmulo de células gordurosas (adipócitos) não acontece só na barriga, mas também nos vasos sanguíneos (veias e artérias). Esse acúmulo de gordura altera o funcionamento correto do coração, obrigando a trabalhar em excesso, o que prejudica suas funções.
As doenças que afetam o coração mais relacionadas à obesidade são: doenças isquêmica do coração (angina, infarto); hipertensão arterial (pressão alta); dislipidemias (colesterol, triglicérides elevadas).
A pressão alta ou hipertensão arterial é de 3 – 5 vezes mais freqüentes em pessoas obesas, duplicando a mortalidade por doenças cardiovasculares e casos de infartos.
FONTE: http://noticiasnumclick.xpg.uol.com.br/saiba-porque-o-obesidade-prejudica-o-coracao-como-calcular-o-imc

quinta-feira, 22 de dezembro de 2016

Obesidade: Disturbios Alimentares

Ser gordo pode ser fatal. Inúmeros estudos provaram que existe uma ligação entre o peso e a mortalidade. Níveis mais agudos de obesidade geram maiores riscos de sofrermos um ataque cardíaco ou uma trombose, de desenvolvermos cancro ou diabetes ou de padecermos de artrite.
As vítimas da síndrome metabólica – obesidade com hipertensão, diabetes ou resistência à insulina e níveis de colesierol anormais – têm o triplo da probabilidade de morrer mais cedo do que é normal para a sua idade.
Um estudo realizado pelos organismos oficiais de saúde norte-americanos (National Insitutes of Health) em 2006 permitiu compilar dados sobre mais de meio milhão de americanos e descobrir que até pequenos aumentos do índice de massa corporal (IMC) podem conduzir à morte prematura.
Nos homens e mulheres de meia idade que nunca fumaram, o simples facto de terem excesso de peso (lMC de 25-30) foi associado a um acréscimo de 20 a 40% por cento do risco de morte. As taxas de mortalidade aumentam substancialmente quando o IMC ulrapassa 30, ou seja, uma pessoa com obesidade mórbida pode perder sete anos de vida.
A solução para controlar o peso é fazer uma alimentaçao saudável e exercício físico com regularidade. Deve pesar-se uma vez por semana para não se enganar a si próprio. Crie um regime alimentar sensato que possa seguir à risca e evite dietas radicais. (Ler: Balão Intragástrico)
Descubra maneiras de fazer exercício que lhe agradem e não desista. Tire o maior partido do apoio disponível, como grupos de emagrecimento e aconselhamento. Fale também com o seu médico sobre tratamentos para perder peso. A obesidade vai tirar-lhe 3 anos de vida.
Reconhecida como doença pela Organização Mundial de Saúde, a obesidade afecta actualmente pessoas de todas as idades, estando associada a uma redução significativa da qualidade de vida. Tal como muitas outras doenças, porém, a obesidade pode ser prevenida. Saiba como.


Definida, em poucas palavras, como um excesso de massa gorda acumulada no corpo com consequências nefastas para a saúde, a obesidade tem vindo a tornar-se um dos alvos preferenciais da atenção da comunidade médica. A razão é simples. Não sendo uma “descoberta” ou um “mal” das últimas décadas, a verdade é que os nossos hábitos mudaram, tornando-nos mais susceptíveis de acumular umas gorduras extras que, não recebendo a atenção devida, poderão vir a constituir um problema grave. Daí a ênfase na sua prevenção, na qual devemos ser os principais intervenientes, não hesitando em solicitar a ajuda de especialistas sempre que necessário.



Fonte do artigo: Obesidade - Tratamento, Prevenção e Causas da Obesidade 
Permitida a cópia do conteúdo deste que referida a fonte no final do artigo. 

terça-feira, 20 de dezembro de 2016

OBESIDADE: 10 COISAS QUE VOCÊ PRECISA SABER SOBRE OBESIDADE


1 - A obesidade é caracterizada pelo acúmulo de gordura corporal e pode acarretar graves problemas de saúde e levar até à morte. O Brasil tem cerca de 18 milhões de pessoas consideradas obesas. Somando o total de indivíduos acima do peso, o montante chega a 70 milhões, o dobro de há três décadas.
2 - Em muitos casos, a obesidade é diagnosticada através do cálculo do Índice de Massa Corporal (IMC). Ele é feito da seguinte forma: divide-se o peso (em Kg) do paciente pela sua altura (em metros) elevada ao quadrado. De acordo com o padrão utilizado pela Organização Mundial da Saúde (OMS), quando o resultado fica entre 18,5 e 24,9, o peso é considerado normal. Entre 25,0 e 29,9, sobrepeso, e acima deste valor, a pessoa é considerada obesa.
3 - Existem três tipos de definições quando uma pessoa está acima do peso. O sobrepeso é quando há mais gordura no corpo do que o ideal para uma vida saudável. A obesidade se dá quando o acúmulo de gordura é muito acima do normal, podendo gerar até problemas graves de saúde. A obesidade mórbida é quando o valor do IMC ultrapassa 40. Nesse caso, o tratamento inicial além das mudanças de estilo de vida sempre inclui medicamentos e até cirurgia bariátrica pode ser recomenda.
4 - A obesidade é fator de risco para uma série de doenças. O obeso tem mais propensão a desenvolver problemas como hipertensão, doenças cardiovasculares, diabetes tipo 2, além de problemas físicos como artrose, pedra na vesícula, artrite, cansaço, refluxo esofágico, tumores de intestino e de vesícula.
5 - A obesidade pode, também, mexer com fatores psicológicos, acarretando diminuição da autoestima e depressão.
6 - São muitas as causas da obesidade. O excesso de peso pode estar ligado ao patrimônio genético da pessoa, a maus hábitos alimentares ou, por exemplo, a disfunções endócrinas. Por isso, na hora de pensar em emagrecer, procure um especialista.
7 - Para o tratamento da obesidade, médicos podem usar fatores de risco e outras doenças para terem a noção da gravidade da situação do paciente. Por exemplo, apnéia do sono, diabetes mellitus tipo 2 e arteriosclerose são doenças que indicam a necessidade urgente de tratamento clínico da obesidade.
8 - A Lei 11.721/2008 determina que o 11 de outubro é Dia Nacional de Prevenção da Obesidade. A data havia sido criada, há cerca de dez anos, pela Federação Latino-Americana de Obesidade, porém reconhecida, em 1999, pelo Governo Federal e instituída no Brasil, na época, com o nome de Dia Nacional de Combate à Obesidade.
9 - A prevenção contra a obesidade passa pela conscientização da importância da atividade física e da alimentação adequada. O estilo de vida sedentário, as refeições com poucos vegetais e frutas, além do excesso de alimentos ricos em gordura e açúcar precipitam o aumento do número pessoas obesas, em todas as faixas etárias, inclusive crianças.
10 - Está comprovado que relacionamentos sociais e romances são menos frequentes entre obesos, já que eles saem menos de casa devido a diminuição da autoestima. Agora, uma vez existindo o relacionamento, a obesidade pode interferir no relacionamento sexual. Ela está relacionada à redução da testosterona, o que pode levar a redução de libido e a problemas de ereção nos homens. Já nas mulheres, existe uma redução dos níveis de hormônio feminino e aumento no nível dos masculinizantes. As mulheres têm aumento de pelos, irregularidade menstrual e redução da fertilidade. As chances de todos esses problemas se resolverem, com uma perda de peso na ordem de 10%, são bem grandes.
 Fonte: http://www.endocrino.org.br/10-coisas-que-voce-precisa-saber-sobre-obesidade/ 

FONTE: http://bem-estarourofino.webnode.com.br/products/a10-coisas-que-voce-precisa-saber-sobre-obesidade/

segunda-feira, 21 de novembro de 2016

Obesidade se previne com dieta?


Apesar dos esforços dos profissionais, indivíduos obesos, governo e indústria, a prevalência da obesidade continua aumentando.
Ao contrário do que pensam as pessoas com sobrepeso ou obesidade que geralmente procuram uma fórmula mágica para emagrecer - pois quase sempre tem pressa - a obesidade é uma doença crônica, ou seja, deve ser tratada por toda a vida.
O tratamento da obesidade envolve mudança de estilo de vida. E para isso, precisamos de tempo, ou seja, as pessoas que precisam emagrecer devem seguir não uma dieta restritiva e sim fazer uma reeducação alimentar, corrigindo os hábitos alimentares errados, um dos fatores responsáveis pelo aumento de peso. Novos hábitos são adquiridos com prática no dia-a-dia.
É preciso também praticar exercícios físicos regularmente e procurar ser mais ativo no dia-a-dia. Dormir bem é fundamental.
O que seria uma reeducação alimentar? É uma alimentação que contém todos os grupos de alimentos considerados “saudáveis” e também os “não saudáveis”. No dia-a-dia, consumir frutas, verduras, legumes, grãos integrais, castanhas, carnes magras, leites e derivados magros. Doces, frituras e guloseimas também podem fazer parte desta alimentação, desde que consumidos com moderação.
O importante é que as pessoas tenham prazer ao se alimentar ao invés de culpa.
Obesidade se previne com reeducação alimentar e não com dieta restritiva.
Monica Beyruti e Renata Bressan são nutricionistas do Departamento de Nutrição da Abeso.
FONTE: http://www.abeso.org.br/dica/obesidade-se-previne-com-dieta-

sexta-feira, 18 de novembro de 2016

Pais obesos aumenta a chance de obesidade nos filhos

          Ter pais obesos faz com que os filhos tenham mais chances de obesidade porque parecem transmitir os genes que causam essa doença.
              Além disso, os pais podem ser obesos devido à hábitos de vida não saudáveis, como não praticar atividade física e não ter uma alimentação balanceada, fazendo com que os filhos façam os mesmo erros que levam ao ganho de peso.
FONTE: https://www.tuasaude.com/obesidade-genetica/

quarta-feira, 9 de novembro de 2016

Etapa 1: Compreendendo a obesidade mórbida

A obesidade mórbida é uma condição médica grave. Se você é um obeso mórbido, isto significa que você está gravemente acima do peso, normalmente em pelo menos 45 quilos. Também significa que você tem quantidades excessivas de gordura no corpo em comparação com padrões saudáveis.

A espessura da camada de gordura, que varia muito de uma pessoa para outra, depende do tamanho e quantidade das células de gordura.

Saber se você é ou não um obeso mórbido é importante. Esta condição coloca você em alto risco de uma série de problemas médicos, incluindo alta pressão sanguínea, diabetes tipo 2, câncer, doenças cardíacas. Ser um obeso mórbido também pode dificultar a sua capacidade de locomover-se, afetar adversamente as suas articulações, expor você a uma possível discriminação e estigma social e reduzir a sua autoestima.

Se você é um obeso mórbido, deve lembrar-se de três pontos importantes:
  1. A obesidade mórbida não significa fraqueza, preguiça ou gula. É uma condição médica com graves complicações. Pesquisas recentes sugerem que diversos fatores trabalham em conjunto para influenciar o seu peso. Estes incluem genética, seus hábitos de alimentação enquanto criança e adulto, hormônios, fatores psicológicos e outros.
  2. Você não está sozinho. Cerca de 65 por cento de todos os estadunidenses são considerados acima do peso, cerca de 25 por cento são considerados obesos e cerca de 4 por cento são considerados obesos mórbidos. Todos estes números estão aumentando.
  3. Há esperança. Há recursos disponíveis para ajudá-lo a evitar as consequências médicas da obesidade mórbida.

Como sei se sou um obeso mórbido?

Uma boa forma de avaliar o seu peso é calcular o seu índice de massa corporal (IMC). O seu IMC estima o quanto você deve pesar, com base em sua altura. Você pode verificar o seu IMC consultando o nosso gráfico de IMC.

Use a tabela abaixo para verificar em que categoria você se enquadra e se deve se preocupar com o seu peso.

IMCCATEGORIA
Abaixo de 18,5Abaixo do peso
18.5 - 24.9Normal
25.0 - 29.9Sobrepeso
30.0 e acimaObeso
Acima de 40Obeso mórbido

Apesar do seu IMC ser uma forma simples de avaliar se o seu peso coloca você em um risco potencial de problemas de saúde, outros fatores também podem afetar a sua saúde. Estes incluem:
  • Histórico de saúde geral
  • Nível de atividade física
  • Dieta
  • Medida da cintura
  • Histórico de tabagismo
  • Histórico de saúde familiar
  • Pressão sanguínea
  • Açúcar no sangue
  • Níveis de colesterol no sangue
O seu médico poderá ajudá-lo a avaliar o seu IMC e esses outros fatores para determinar o panorama geral de sua saúde.

Peso na área da cintura e acima (tipo maçã) é mais perigoso que ganho de peso ao redor dos quadris e flancos (tipo pera). Células de gordura na parte superior do corpo têm qualidades diferentes daquelas encontradas nos quadris e coxas. Os homens devem ter uma cintura com menos de 102 centímetros. A maioria das mulheres deve ter uma cintura com menos de 89 a 94 centímetros.

Referências

Jensen MD. Obesity. In: Goldman L, Schafer AI, eds. Cecil Medicine. 24th ed. Philadelphia, Pa: Saunders Elsevier; 2011:chap 227.
FONTE: https://www.blogger.com/blogger.g?blogID=3316889752950111970#editor/target=post;postID=2320306178846605357