A «cegueira» das mães ao não identificar o excesso de peso nos filhos, pode influenciar a sua saúde em adulto
As crianças obesas são perfeitas aos olhos das mães. Uma equipa de pediatras da Universidade de Maryland, nos Estados Unidos,
chegou a esta conclusão depois de inquirir cerca de 300 mães.
Setenta por cento das mães não consegue identificar o peso certo do seu bebé e isso traz consequências para a saúde ao longo de toda a vida da criança e futuro adulto.
Os investigadores deram a 281 mães, sete desenhos de crianças com vários pesos para que identificassem aquele que se assemelhava ao seu filho. Apenas 30 por cento acertou. Mais, 87 por cento das mães com crianças obesas não foi capaz de comparar o seu filho com o desenho do bebé com excesso de peso, segundo noticia o «Huffington Post».
Por isso, não é de estranhar que 82 por cento das mães de crianças obesas também estivessem satisfeitas com o peso do filho.
Uma questão cultural
A sociedade tem a ideia, errada, de que crianças bochechudas são crianças saudáveis. E, por conseguinte, passa a ser regra. Quem diz nas crianças, diz nos adultos. Como num estudo feito no México em que no inquérito feito junto de uma série de rapazes, quase um quarto não identificou que tinha excesso de peso.
Gordura não é formosura. Contra factos não há mais argumentos. Aqui ficam números que dão que pensar: 17 por cento das crianças entre os dois e os 19 anos, nos Estados Unidos, são obesas, e com isso, podem tornar-se adultos obesos e são propensos a ter uma obesidade severa. O exemplo é americano. A lição é para todos os países da sociedade ocidental.
FONTE: http://www.tvi24.iol.pt/sociedade/obesidade--obesidade-infantil-bebes-gordos-saude-tvi24/1347137-4071.html
Setenta por cento das mães não consegue identificar o peso certo do seu bebé e isso traz consequências para a saúde ao longo de toda a vida da criança e futuro adulto.
Os investigadores deram a 281 mães, sete desenhos de crianças com vários pesos para que identificassem aquele que se assemelhava ao seu filho. Apenas 30 por cento acertou. Mais, 87 por cento das mães com crianças obesas não foi capaz de comparar o seu filho com o desenho do bebé com excesso de peso, segundo noticia o «Huffington Post».
Por isso, não é de estranhar que 82 por cento das mães de crianças obesas também estivessem satisfeitas com o peso do filho.
Uma questão cultural
A sociedade tem a ideia, errada, de que crianças bochechudas são crianças saudáveis. E, por conseguinte, passa a ser regra. Quem diz nas crianças, diz nos adultos. Como num estudo feito no México em que no inquérito feito junto de uma série de rapazes, quase um quarto não identificou que tinha excesso de peso.
Gordura não é formosura. Contra factos não há mais argumentos. Aqui ficam números que dão que pensar: 17 por cento das crianças entre os dois e os 19 anos, nos Estados Unidos, são obesas, e com isso, podem tornar-se adultos obesos e são propensos a ter uma obesidade severa. O exemplo é americano. A lição é para todos os países da sociedade ocidental.
FONTE: http://www.tvi24.iol.pt/sociedade/obesidade--obesidade-infantil-bebes-gordos-saude-tvi24/1347137-4071.html
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