Estudo aponta que a prevalência de excesso de peso diminuiu
2012-05-10
Por Susana Lage
Ana Rito
Os resultados desta que foi a 2ª fase do projecto «Childhood Obesity Surveillance Iniative» (COSI Portugal) e que avaliou durante o ano lectivo 2009/2010 mais de quatro mil crianças dos 6 aos 8 anos de 181 escolas do 1º ciclo do Ensino Básico português,apontam que 30,2 por cento das crianças apresentou excesso de peso, sendo 14,3 por cento obesas.
“Comparando estes dados com os
registados na primeira fase (2008), a prevalência de baixo peso aumentou
de 2,1 por cento para 2,6 por cento (2010) e, por outro lado, a
prevalência de excesso de peso e de obesidade diminuiu de 32,2 por cento
para 30,2 por cento e de 14,6 por cento para 14,3 por cento,
respetivamente”, explicou Ana Rito ao Ciência Hoje.
Segundo a investigadora responsável pelo estudo, “um grande passo foi dado nos últimos dois anos e houve uma melhoria significativa” ainda que, sendo um estudo epidemiológico desenvolvido em três fases, seja necessário terminá-lo e ao mesmo tempo estar alerta e acompanhar a evolução dos dados.
O COSI-Portugal, que conta com coordenação científica do Instituto Nacional de Saúde Doutor Ricardo Jorge e que é desenvolvido em parceria com a Plataforma de Luta Contra a Obesidade da Direção-Geral da Saúde (DGS), “permite uma leitura actualizada e permanente e contribui para a tomada de decisão politica a nível regional e local da forma mais adequada possível”, afirma Ana Rito.
“Trata-se de um sistema de vigilância único e o maior da Europa que produz dados comparáveis (baseados na qualidade e rigor) entre países da Europa e que permite a monitorização da obesidade infantil a cada 2-3 anos”, acrescenta.
Segundo a investigadora responsável pelo estudo, “um grande passo foi dado nos últimos dois anos e houve uma melhoria significativa” ainda que, sendo um estudo epidemiológico desenvolvido em três fases, seja necessário terminá-lo e ao mesmo tempo estar alerta e acompanhar a evolução dos dados.
O COSI-Portugal, que conta com coordenação científica do Instituto Nacional de Saúde Doutor Ricardo Jorge e que é desenvolvido em parceria com a Plataforma de Luta Contra a Obesidade da Direção-Geral da Saúde (DGS), “permite uma leitura actualizada e permanente e contribui para a tomada de decisão politica a nível regional e local da forma mais adequada possível”, afirma Ana Rito.
“Trata-se de um sistema de vigilância único e o maior da Europa que produz dados comparáveis (baseados na qualidade e rigor) entre países da Europa e que permite a monitorização da obesidade infantil a cada 2-3 anos”, acrescenta.
FONTE: http://www.cienciahoje.pt/index.php?oid=54130&op=all
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