Entre outras recomendações, a Opas pede que o Ministério da Saúde, por meio de seus aparelhos institucionais, assuma a responsabilidade pelo processo de regulação da promoção e da publicidade de alimentos
O Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec) e o Instituto
Alana enviaram ontem (10) uma carta ao governo federal e às agências
reguladoras o cumprimento das recomendações, divulgadas em abril, da
Organização Pan-Americana da Saúde (Opas) sobre a promoção e a
publicidade de alimentos e bebidas não alcoólicas para crianças.
O documento é endereçado aos ministérios da Saúde e do
Desenvolvimento Social e Combate à Fome; à Agência Nacional de
Vigilância Sanitária (Anvisa); e ao Conselho Nacional de Saúde (CNS).
Entre outras recomendações, a Opas pede que o Ministério da Saúde,
por meio de seus aparelhos institucionais, assuma a responsabilidade
pelo processo de regulação da promoção e da publicidade de alimentos.
| Entre outras recomendações, a Opas pede que o Ministério da Saúde, por meio de seus aparelhos institucionais, assuma a responsabilidade pelo processo de regulação da promoção e da publicidade de alimentos (Imagem: Thinkstock) |
"Esse ponto fortalece iniciativas como a Resolução nº 24 da Anvisa, de 2010, que determina que a publicidade de alimentos com alto teor de sódio, gorduras e açúcar seja acompanhada de alertas para possíveis riscos à saúde no caso de consumo excessivo", diz Isabella Henriques, do Instituto Alana. Atualmente, a norma está suspensa por decisão da Justiça para empresas associadas a entidades, como a Associação Brasileira da Indústria de Alimentos.
Desde 2005, Organização Mundial da Saúde (OMS) reconhece a
comercialização de alimentos não saudáveis para a população infantil
como um fator que contribui para o aumento dos níveis de obesidade e
sobrepeso.
FONTE: http://www.administradores.com.br/informe-se/marketing/idec-e-instituto-alana-cobram-posicionamento-do-governo-sobre-a-regulacao-de-publicidade-infantil/55085/
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